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Lusofonia com menos um piloto

O português Tiago Monteiro (Honda Civic) vai falhar a etapa de Macau do campeonato do mundo de carros de turismo (WTCC), no qual é quarto classificado, na sequência do acidente que sofreu há dois meses em Barcelona. A participação lusófona fica assim reduzida a cinco pilotos.

Depois de já não ter marcado presença nas últimas duas provas por estar a recuperar do violento acidente ocorrido em 7 de setembro, Monteiro não vai marcar presença na nona das 10 provas do Mundial de WTCC, que chegou a liderar. O português está agora no quarto lugar, a 28,5 pontos do líder, o sueco Thed Bjork (Volvo), à entrada para o Grande Prémio de Macau, que decorre este fim de semana.

O piloto português foi aconselhado pelos médicos a “permanecer em Portugal e dar seguimento ao plano de recuperação física”, explicou o piloto em comunicado. “Não escondo a desilusão de não poder continuar a lutar pelo título em Macau. O Circuito da Guia é um dos mais desafiantes e das pistas que mais gosto”, apontou.

Monteiro confessa-se “preparado para voltar”, mas “o risco de um segundo impacto poderia ser desastroso” e, por isso, vai “esperar um pouco mais”.

“Não há palavras para descrever a frustração de ver o título escapar–me. Mas, neste momento, a única coisa que posso fazer é continuar a treinar para finalmente estar apto a disputar a última jornada”, acrescentou, manifestando a vontade de “ajudar a Honda a chegar ao título”.

Na prova, o argentino Esteban Guerrieri vai substituir Tiago Monteiro no Honda Civic, depois de ter vencido a primeira das duas corridas na China, primeira prova que o português falhou.

Depois de Macau, o Mundial de WTCC termina no Qatar, entre 30 de novembro e 1 de dezembro.

Em 2016, Tiago Monteiro tinha sido o primeiro português a ganhar a Corrida da Guia do Grande Prémio de Macau.

Os brasileiros e o português

A presença lusófona fica entregue a cinco pilotos, quatro brasileiros e um vindo de Portugal.

André Pires, nas motas, será a única presença de Portugal em toda a competição. O piloto luso natural de Vila Pouca de Aguiar vem a Macau pela quinta vez e tem a expectativa de terminar a corrida entre os 15 primeiros [ver entrevista]. Este ano traz a sua conhecida Kawasaki Ninja ZX 10R.

Do lado brasileiro a presença reparte-se entre a Fórmula 3 e a Taça GT. Sérgio Sette Câmara, que em 2015 estabeleceu o recorde da pista com a Carlin, contará desta vez com o suporte da Vebet.com. “Macau é a minha pista preferida. Tem trechos muito sinuosos cortado por uma enorme reta onde os F3 podem chegar aos 270 km/h. É fantástico”, disse o piloto ao PLATAFORMA, acrescentando: “Fiquei muito feliz e honrado pelo convite. Farei o máximo para retribuir a confiança”.

Da capital brasileira vem Pedro Piquet, filho do icónico piloto Nélson Piquet. Pedro, confirmado pela equipa Van Amersfoort, vem ao território pela segunda vez na sua carreira para voltar a guiar um Dallara-Mercedes. No ano passado terminou a prova na nona posição e, este ano, quer subir um pouco mais na tabela classificativa. “É muito bom estar de novo em Macau”, começou por referir ao PLATAFORMA. “No ano passado, adquiri experiência e este ano espero encontrar a velocidade necessária para me tornar mais competitivo. Quero, naturalmente, bater a classificação do ano passado.”

Na Taça GT evoluem os outros dois brasileiros. Lucas di Grassi, campeão no Circuito da Guia em 2005, volta 12 anos depois para voltar a colocar o seu nome num pódio. Lucas foi um dos brasileiros a vencer o tradicional e difícil circuito, algo que também conseguiram Roberto Moreno (1982), Ayrton Senna (1983), Mauricio Gugelmin (1985), entre outros. “Estou muito feliz por voltar. Macau é um circuito especial, muito arriscado e rápido. É muito bom voltar, ainda por cima ao volante da Audi”, referiu o piloto à imprensa.

Augusto Farfus fecha o painel de lusófonos deste ano no Grande Prémio de Macau. Vencedor em 2005 e 2009 na categoria de GT, o brasileiro volta ao volante de um BMW Art Car. “É uma honra voltar a Macau ao volante do Art Car da BMW. É absolutamente único para um piloto. Gosto muito da pista e tenho um bom historial aqui. Estou a ansioso.” 

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A delícia dos aficionados

O 64.º Grande Prémio de Macau Suncity Grupo arrancou durante o fim de semana de 11 e 12 de novembro, com uma exposição de carros da Taça GT e de máquinas do Grande Prémio de Motos, na Praça do Tap Seac. Residentes e visitantes puderam apreciar os carros desportivos da Taça GT Macau SJM- Taça do Mundo de GT da FIA, as 28 Motos do Grande Prémio, o Mercedes Dallara de Fórmula 3, que deu a vitória em 2016 ao português António Félix da Costa, e ainda os veículos de segurança e resgate da BMW.

O Secretário para os Assuntos Sociais e Cultura da RAEM e Presidente da Comissão Organizadora do Grande Prémio de Macau (MGPOC), Alexis Tam, oficializou a cerimónia de abertura da exposição, um evento que contou com a participação de alguns corredores do 51.º Grande Prémio de Motos, nomeadamente o campeão das últimas duas edições, Peter Hickman; o vencedor da prova por oito vezes, Michael Rutter, o corredor português André Pires, o checo Marek Cerveny, o alemão Didier Grams e o britânico Dean Harrison, entre outros, que interagiram com os fãs e tiraram fotografias junto das motos em competição.

A exposição, de dois dias e de entrada gratuita, incluiu também um balcão para a pré-inscrição no Clube do Grande Prémio de Macau, uma loja com toda a gama de produtos criados por designers de Macau para o evento deste ano, uma exposição sobre o Grande Prémio, uma mostra de pneus e ainda jogos diversos para toda a família. O ambiente na Praça do Tap Seac foi de muita animação, durante todo o fim de semana.

A competição de quatro dias do 64.º Grande Prémio de Macau Suncity Grupo arrancou ontem, com um programa de corridas que promete. Este fim de semana, Macau torna-se no primeiro local a organizar duas Taças do Mundo da FIA e uma ronda do Campeonato do Mundo da FIA. As quatro corridas principais são: Grande Prémio de Fórmula 3 Grupo Suncity – Taça do Mundo de F3 da FIA; Taça GT Macau SJM – Taça do Mundo de GT da FIA; Corrida da Guia de Macau Grupo Suncity – Campeonato do Mundo de Carros de Turismo da FIA (WTCC); e o Grande Prémio de Motos de Macau – Grupo Suncity – 51.ª edição. A juntar às principais provas do cartaz, temos ainda a Taça de Carros de Turismo de Macau CTM e a Taça da Corrida Chinesa Grupo Suncity, completando assim um programa internacional de seis corridas. As sessões de treino e de qualificação realizaram-se na quinta-feira e continuam hoje, seguindo-se um fim de semana repleto de ação. 

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André Pires com grandes expectativas para o GP de Macau

“Acredito que possa lutar pelo top 15”

André Pires será o único representante de Portugal no Circuito da Guia este ano. O piloto de Vila Pouca de Aguiar vem pela quinta vez ao território e, apesar de a época não lhe ter corrido de feição, aposta no top 15 na competição de motas do Grande Prémio de Macau.

- Como se sente de volta a Macau pela quinta vez?

André Pires – Sinto-me muito contente. É sem qualquer tipo de dúvidas um prazer poder vir mais uma vez a Macau e fazer aquilo que tanto gosto. E, acima de tudo, poder representar o meu país. Vir a Macau no final da época desportiva é quase como se fosse um prémio, pois é a prova mais emblemática que faço. Estou muito satisfeito.

- O que mais aprecia no Circuito da Guia?

A.P. – De tudo [risos]! Gosto de todo o traçado, mas a minha parte favorita é sem dúvida, até por ser muito rápida, a parte que vai desde a reta da meta até à curva do Hotel Lisboa. Nesse trecho é onde divirto-me mais.

- Já afirmou que pretende ficar entre os 15 primeiros. A mota que traz dá-lhe essas garantias?

A.P. - Penso que sim. Não é a mota mais competitiva ao nível das da frente, mas é uma mota que conheço e com a qual corri durante a época. Se conseguir encaixar bem no traçado, tudo correr bem e poder tirar o partido dela, acredito que possa lutar pelo top 15.

- Com a desistência do piloto Tiago Monteiro, o André torna-se no único português a competir. É muita responsabilidade?

A.P. – Penso que a responsabilidade é a mesma. Tenho que fazer o meu trabalho igual, mas sobretudo andar em segurança, sem maluqueiras. A receita é fazer o que sei e não arriscar em demasia. Contudo, por ser o único português em pista sei que terei as atenções todas em mim e, acima de tudo, espero não desiludir, se possível dando umas alegrias.

- O que falta para, por exemplo, competir diretamente com um Rutter ou um Hickman?

A.P. – É complicado. São muitos os fatores de diferença. Não é possível estarmos a comparar pilotos profissionais, que vivem exclusivamente para as corridas, com um piloto amador como eu. Logo aí não vale apena continuar, os argumentos caem todos por terra. Repare que eu, na terça-feira a seguir ao Grande Prémio de Macau, tenho de acordar bem cedo para estar às 9h00 no trabalho.

- Já correu com o 114. Durante o ano optou pelo 14 e agora chega a Macau com o número 29. A que se devem essas mudanças?

A.P. – O meu número sempre foi o 14. Na verdade, o 114 surgiu porque, antigamente, na classe onde corria, era necessário a mota ter três dígitos. No primeiro ano de Macau corri com o 114, depois mudei para o “meu” 14. Este ano, surgiu o 29 porque quando mandei a inscrição, infelizmente, já havia um piloto com o número 14. Nessa altura, acabei por registar o 29 que é o dia do meu nascimento.

- Como se prepara, mentalmente e fisicamente falando, um piloto para competir no Grande Prémio de Macau?

A.P. – Durante a minha preparação, tento fazer a mesma que faço o ano todo, isto é, treino físico no Crossfit. Aliás, aproveito para agradecer ao Crossfit XVI que me tem ajudado aqui em Macau. Depois, é ter cuidado com a alimentação. Isso é muito importante e sem dúvidas que existem em Macau muitos bons restaurantes portugueses, como o Mariazinha ou o Santos, para ajudar e não me alterar de repente a rotina de alimentação. Basicamente, é manter-me calmo, tentar deixar os nervosismos de lado e esperar que o semáforo apague. 

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A visão dos artistas

O artista plástico João Saldanha e o fotógrafo António Mil-Homens lançaram exposições que mostram uma visão mais artística do Grande Prémio de Macau, patentes até este domingo. 

João Saldanha já havia realizado uma exposição do género no ano passado, e agora regressa, à Galeria do Edifício Ritz, em pleno Largo do Senado, com uma coleção de 14 obras para a mostra “Macau GP Legends”. Três trabalhos, inspirados em Michael Schumacher, António Félix da Costa e Teddy Yip, são inéditos. 

Esses novos trabalhos evocam as vitórias de Michael Schumacher (1990) e António Félix da Costa (2016), havendo ainda uma pintura especial dedicada à carreira de Teddy Yip – uma variante em relação aos restantes, já que foi feito em aguarela, enquanto todas as restantes telas são trabalhadas em acrílico.

“O automóvel é o meu objeto de trabalho e a competição sempre me atraiu desde os tempos em que assistia à Fórmula 1 no Estoril. O Grande Prémio de Macau é um expoente de movimento, vibração, velocidade, barulho e a sua história desafiou-me a tentar captar na tela todo esse colorido da prova automobilística mais importante da Ásia”, afirma o artista português.

A exposição ilustra alguns dos mais importantes momentos desportivos desta mítica competição e abrange 60 anos de vitórias – desde Eduardo de Carvalho num Triumph TR2 no 1.º GP de Macau, até António Félix da Costa, em 2012, ao volante de um Fórmula 3. Ayrton Senna também faz parte desta galeria de verdadeiras lendas, quando vence o GP de Fórmula 3, no Circuito da Guia em 1983. As 11 telas representam as três categorias que compõem o Grande Prémio: Fórmulas, Turismos e ainda Motas.

Recorrendo a diversas fontes disponíveis (fotografia, livros, filmes) o artista recriou momentos da história do GP procurando captar a ambiência tão característica desta prova lendária. A exposição “Macau GP Legends” vai estar patente até amanhã (sábado).

A difícil seleção das lentes de Mil-Homens

Já o fotógrafo local António Mil-Homens juntou centenas de imagens do Grande Prémio de Macau que recolheu desde 2008 para dar forma a “Speedy & Color”, exposição em destaque na Galeria da Fundação Rui Cunha até este domingo.

António Duarte Mil-Homens acompanha há mais de uma década o Grande Prémio de Macau, sempre a fotografar. Este ano o fotógrafo de Macau decidiu reunir as melhores imagens do seu acervo pessoal, sem impor nenhuma ordem cronológica. 

Das várias fotografias selecionadas, há situações que o marcaram mais, pela capacidade de conseguir um ponto de vista diferente. “Por exemplo, tenho aqui uma imagem captada nas boxes, com um grupo de meninas que estão todas viradas para vários fotógrafos, mas eu decidi fotografar por detrás e houve uma delas que se virou para mim”, aponta. 

As mais de 100 imagens expostas estão num formato menor que o habitual, já que o fotógrafo preferiu incluir mais imagens de forma a mostrar também este “manancial de imagens” que é registar, com uma câmara fotográfica, uma competição deste nível. “Há milhares e milhares de imagens registadas das diferentes provas e escolher não foi fácil. Não foi um processo simples e pacífico”, justificou. As escolhas passaram por “eventos, desastres ou pessoas que parecem incontornáveis em termos de pilotos. Portanto foi condensar numa impressão um pouco maior mas em fotografias mais pequenas”, apontou.

António Mil-Homens também tem pedido aos pilotos que já passaram pelo Grande Prémio de Macau para deixem um autógrafo nas imagens em que aparecem. 

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GP Macau no Tap Seac

A semana do Grande Prémio arrancou com uma variedade de eventos, nomeadamente, uma exposição de carros da Taça GT Macau e máquinas do Grande Prémio de Motos na Praça do Tap Seac. O evento, com entrada gratuita, deu a possibilidade a todos os que quisessem ver de perto algumas das máquinas de corrida que vão passar pelo Circuito da Guia. 

Concurso de fotografia

Durante o Grande Prémio de Macau realiza-se um concurso para os entusiastas da fotografia, com prémios para os melhores registos apresentados e ainda a possibilidade de uma exposição. Numa outra linha, os profissionais da comunicação social acreditados no evento serão convidados a votar, novamente, na sua equipa favorita de “grid girls”.

Clube do Grande Prémio de Macau

A grande novidade deste ano está relacionada com a criação do Clube do Grande Prémio de Macau, destinado a incentivar uma maior ligação e conhecimento sobre o maior evento desportivo de Macau e os residentes do território. O pré-registo para aderir ao Clube arrancou a 11 de novembro e todos os residentes com idade igual ou superior a seis anos são elegíveis para se tornarem membros.

Desenhar com o apoio do Instituto Politécnico de Macau

Por forma a complementar uma semana cheia de atividades, a organização do GP Macau, em conjunto com o Instituto Politécnico de Macau, promove um concurso de desenho com o intuito de incentivar a criatividade. O concurso incorpora duas categorias: uma aberta a todos os residentes e outra especificamente para estudantes. Os participantes devem desenhar uma característica criativa e icónica do Grande Prémio. O vencedor será premiado e terá ainda a oportunidade de ver a sua obra ganhar vida através da promoção do evento.

Grande Prémio de Macau em Hong Kong

A campanha promocional do Grande Prémio de Macau arrancou no APM Kwun Tong em Hong Kong, atraindo um grande número de residentes e visitantes. A Comissão Organizadora do evento participou na promoção, nos dias 28 e 29 de outubro, onde aconteceram diversas atividades, bem como uma exposição a contar a história do famoso Circuito da Guia. No local, os visitantes tiveram ainda a oportunidade de ver de perto o Mercedes Dallara, o carro de Fórmula 3 com o qual a estrela espanhola Daniel Juncadella agarrou a vitória no Circuito da Guia em 2011, e ainda a Ducati 1000cc que levou Michael Rutter, octocampeão e indiscutível Rei de duas rodas em Macau, ao primeiro lugar do pódio do Grande Prémio de Motos, em 2003.

Carimbo e envelopes comemorativos pelos CTT

A Direcção dos Serviços de Correios e Telecomunicações voltou a associar-se ao Grande Prémio de Macau, com a criação de um Posto de Correio Temporário onde os entusiastas da filatelia podem obter o carimbo comemorativo alusivo à 64.ª edição da principal prova do calendário desportivo de Macau. O Posto Temporário vai operar este sábado e domingo junto à bancada do Hotel Lisboa, mas o carimbo também pode ser encontrado na Loja de Filatelia da Estação Central. Estão também a ser comercializados dois envelopes comemorativos com diferentes designs ao preço unitário de três patacas por envelope.

Estradas encerram às 3h00

Durante os quatro dias do Grande Prémio de Macau as estradas utilizadas como parte do Circuito da Guia encerram às três da manhã. A Comissão Organizadora do Grande Prémio alerta para um impacto “severo” no trânsito local e pede às pessoas que optem por se deslocar caminhando com antecedência. Para as deslocações mais longas, os organizadores pedem aos residentes que utilizem os transportes públicos. Por outro lado, a comissão comprometeu-se a reabrir as estradas tão depressa quanto possível, no final do dia.

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