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Uma semana para lembrar Pessanha, poeta de Macau

Tem hoje início, decorrendo até dia 7, uma semana de comemorações do 150º aniversário do nascimento de Camilo Pessanha, poeta português e de Macau, que viveu na região entre 1894 e 1926, ano em que morreu. A iniciativa, da responsabilidade de Carlos Morais José, diretor do jornal Hoje Macau, decorre no edifício do antigo tribunal, na Avenida da Praia Grande.

Ao longo de uma semana, Pessanha vai ser lembrado através de um conjunto de exposições de artes plásticas e de fotografia, conferências, inauguração de arte pública e lançamento de vários livros.

Hoje são inauguradas duas exposições: uma de artes plásticas, com o título “Pessanha, a última fronteira”, com a participação de vários artistas de Macau com obras “inspiradas no poeta”. A outra exposição, “Kleptokronos”, é de fotografia de António Falcão. É também apresentada uma tradução para chinês de “Clepsidra”, numa tradução de Yao Feng e edição do Instituto Cultural de Macau, e lançada uma nova edição da mesma obra em formato de bolso e em língua portuguesa, replicando as características de um missal.

O programa de comemorações conta com mais de 20 participantes, 11 de fora e os restantes locais, entre escritores e artistas.

A 7 de Setembro, dia em que Pessanha nasceu, vai realizar-se “uma romagem ao cemitério, seguido de um almoço com a família do poeta” na Associação dos Aposentados, Reformados e Pensionistas de Macau (APOMAC). A sessão de encerramento das celebrações vai estar a cargo de Luís Sá Cunha, com uma intervenção sobre “Por que é Camilo Pessanha o poeta de Macau”.

Um jantar de gala no antigo hotel Bela Vista, atual residência do cônsul-geral de Portugal em Macau e Hong Kong, em que a “ementa será idêntica a que comia Pessanha no início do século XX” encerra a semana. 

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