A16_2

TELEMÓVEIS DA GERAÇÃO 4G A CAMINHO

 

Os futuros operadores de serviços de telecomunicações 4G deverão estar a operar no primeiro trimestre de 2015, em resultado de um concurso que decorre até 18 de novembro.

Segundo o diretor dos Serviços de Regulação das Telecomunicações, Hoi Chi Leong, as respetivas propostas serão abertas no dia seguinte, havendo depois um período de análise de decisão da atribuição das licenças que, nos primeiros dois anos de concessão, poderá ser acrescida de uma quinta licença a decidir pelo Governo.

As licenças de operação dos serviços 4G, que o Governo diz irão proporcionar “maior velocidade a custos mais baixos por volume de utilização”, serão válidas por oito anos e no arranque do serviço terão de garantir uma cobertura de 50% da Região Administrativa Especial, sendo que os restantes 50% terão de ser garantidos até ao início de 2016.

A concessão da licença não tem custos imediatos para os operadores, mas à semelhança dos serviços 3G, os operadores terão de pagar à Administração uma taxa de 5% sobre as receitas brutas arrecadadas, valores que significam “muitas dezenas de milhões de patacas” tendo em consideração os cálculos atuais.

Hoi Chi Leong disse ainda que “não está definido” o tempo em que as duas redes – 3G e 4G – vão coexistir no mercado, dependendo as decisões das opções feitas pelos consumidores.

Esta postura é, na mesma linha, seguida na manutenção dos serviços 2G em Macau que Hoi Chi Leong justifica com o número de turistas e residentes que ainda recorrem a esta tecnologia de telecomunicações e que, por isso, é mantida na Região tendo em consideração as necessidades dos utilizadores.

 

Artigos relacionados

 
 

Índios receiam ameaças do novo Governo

Os índios brasileiros temem que se concretizem as promessas políticas do novo Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, de atacar os direitos das comunidades tradicionais. As primeiras medidas políticas para o setor estão a acentuar os receios.  Leia mais em Plataforma Media. Carolina de Ré 18.01.2019 Exclusivo Lusa/Plataforma Macau

“Os portugueses não podem ser só os expatriados”

O novo cônsul de Portugal em Macau e Hong Kong defende a importância dos macaenses e dos chineses com nacionalidade portuguesa. Paulo Cunha Alves não teme a integração da cidade no Continente e olha para o projeto da Grande Baía como uma oportunidade da comunidade e cultura portuguesas se afirmarem. O português, diz, pode ser

O Fringe atinge a maioridade

O Festival Fringe de Macau está a completar 18 anos. Para a vice-presidente do Instituto Cultural (IC), Leong Wai Man, no ano em que atinge a maioridade, o festival quer “fazer emergir a arte na sociedade (…) visando proporcionar ao público novas experiências”.  Leia mais em Plataforma Media. Margarida Sajara Vidinha 18.01.2019

País em contagem decrescente

Depois do período natalício praticamente estagnado – até a recolha do lixo na capital esteve praticamente suspensa – Timor-Leste retomou, lentamente, a atividade com todos os olhos postos no Palácio da Presidência. Leia mais em Plataforma Media. António Sampaio 18.01.2019 Exclusivo Lusa/Plataforma Macau

Mercado de dívida mais internacional

Portugal e Paquistão avançam em 2019 para a emissão de ‘panda bonds’. BNP Paribas tem autorização para investir no mercado. Leia mais em Plataforma Media. Maria Caetano 11.01.2019

Estreito de desentendimento

Apesar do discurso do presidente chinês, Xi Jinping, Taipé recusa termos propostos e diálogo político permanece distante. Governo de Macau dá apoio total à iniciativa do Presidente. Leia mais em Plataforma Media. José Carlos Matias 11.01.2019